Tuesday, September 22, 2020
Notícias de Caruaru e Região


Comae (Conselho Municipal de Alimentação Escolar) envia relatórios ao MPPE, denunciando a gestão municipal de Caruaru no que diz respeito à alimentação escolar. Alimentos estocados em deposito da prefeitura que ao seu redor existia até fezes de animais. É o que diz o COMAE

Lamentavelmente o COMAE (Conselho municipal de alimentação escolar) de Caruaru envia relatório ao Ministério Público de Pernambuco relatando como se…

By ADMIN , in Sem categoria , at 15 de agosto de 2020

Lamentavelmente o COMAE (Conselho municipal de alimentação escolar) de Caruaru envia relatório ao Ministério Público de Pernambuco relatando como se encontra os alimentos estocados em um deposito da prefeitura municipal que seria da MERENDA ESCOLAR. Alunos que se encontravam sem receber os kits por mais de 100 dias começaram a receber, mais o Conselho constatou irregularidades em diversos pontos inclusive, alimentos mal estocados, em deposito improvisado, alimentos com validade expiradas, mofados, ou a vencer em período muito curto, segundo ainda o COMAE o local apresentava fezes de animais e muitas outras irregularidades que mostra claramente o desperdício do dinheiro público.como também o cuidado com as pessoas que a gestão municipal está tendo, principalmente com as crianças do nosso município. Segue abaixo na íntegra a publicação do COMAE nas redes sociais.

Givaldo Bado

COMAE Caruaru 

9 h · 

Encaminhamos ao Ministério Público de Pernambuco, no final da tarde desta sexta-feira, 14, inventário com relatório e registro fotográfico dos alimentos da merenda escolar estocados na Secretaria Municipal de Educação, atendendo ao pedido da 2ª Promotoria de Justiça e Cidadania de Caruaru. Neste trabalho verificamos tipos de alimentos, quantidade, validade, condições de armazenamento e peso. Nos deparamos com boa quantidade de alimentos, sendo alguns vencidos, próximos do vencimento, sem data de fabricação, ruídos por insetos, mofados, avariados e abertos, nos arredores haviam larvas e fezes de animal, e ainda no mesmo espaço equipamentos de proteção individual e utensílios de cozinha. Entendemos que esta local não atende aos protocolos de segurança alimentar, dessa forma, não tendo a mínima condição de funcionar como depósito de alimentos. Além do que, ficou claro o desperdício do dinheiro público, enquanto estudantes encontram-se em vulnerabilidade. As aulas estão suspensas, mas, o direito à alimentação, não. Desde já agradecemos o empenho do Ministério Público de Pernambuco na adoção da medidas cabíveis.

Crédito de imagens COMAE.

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